segunda-feira, 17 de abril de 2017

Semana da Leitura 2017

Alguns momentos da Semana da Leitura no Agrupamento de Escolas de Aver-o-Mar

Encontro com a escritora Ana Caramez...






Os trabalhos dos alunos... antes da vinda da escritora...


Após o encontro... 
(Turma AG2B)

Semana da leitura encontro com ana caramez ag2 b (1) from Zulmira Lima

As ofertas da escola para a escritora e ilustrador...







Interação com os Pais / comunidade...

As histórias que mais nos marcaram... alguns exemplos dos trabalhos construídos em família...





Contando e partilhando experiências... quando eu andei nesta escola...



Leituras pelos Pais / Mães / Amigos... Um muito Obrigado!








Atividades do SABE...


quarta-feira, 29 de março de 2017

Banda desenhada na Oficina de escrita

A Banda desenhada esteve presente nas nossas oficinas... Ora vejam:




Poesia narrativa (oficina de escrita)

Agora, contando histórias em verso...


A abelha e a papoila teimosa
Uma abelha lindinha
No jardim estava a passear!
Estava um dia primaveril
E ela estava feliz a voar!

Saltava de flor em flor
Para o pólen apanhar
Mas uma flor teimosa
Não a deixava, nem lhe tocar!

A abelha continuou o seu trabalho
Sem nenhuma lhe ligar!
A flor ficou irritada
E começou a reclamar!

-Abelha, abelhinha
Sai daqui, vai passear!
- Não vou nada,
Vou é trabalhar!

A abelha volta para casa
Para o mel fabricar!
A papoila continuou a resmungar
Mas a abelha deixou-a a falar!

A papoila ficou sozinha
Para ali a resmungar!
As flores riam-se dela

E ela pôs-se a chorar!

A abelha convidou os amigos
Para um chá tomar!
Ela ficou tão contente
Mas a papoila, no jardim a lamentar!

(Inês)

A papoila resmungona

Era uma vez uma abelha
Que estava a voar!
Num dia primaveril
No jardim, com o sol a brilhar!

Encontrou uma flor
Quis logo nela pousar!
E pousou nessa flor
Para o pólen apanhar!

Avistou uma papoila
E o pólen lhe tentou tirar!
- Sai daqui, abelha!
Que me estás a incomodar!

A abelha foi embora
E continuou a trabalhar!
Apanhou muito pólen
Para o seu mel fabricar!

A papoila ficou sozinha
- Ninguém quer comigo brincar!
E a bela abelhinha
Ganhou amigos para festejar!
(Luna)

A abelha atarefada e a papoila resmungona

A abelha atarefada
Andava no jardim a voar!
Num dia primaveril
O pólen tinha que tirar!

A papoila resmungona
Não deixa o seu pólen tirar!
A abelha não se importou
E continuou a trabalhar!

A abelha voou para a colmeia
E começou a cozinhar!
O mel estava quase pronto
Para com os amigos partilhar!

A papoila ficou sozinha
Sem ninguém para brincar!
A abelha com o seu mel
Os amigos, foi convidar!
(Catarina)

A abelhinha produtora
A amarelinha abelhinha
Estava no jardim a passear!
Num belo dia primaveril
Adorava esvoaçar!

Saltava de flor em flor
O pólen a tentar apanhar!
Mas havia uma papoila
Que adorava resmungar!

-Sai daqui sua marota,
Vai para outra flor trabalhar!
E a abelha, coitadita
Outras flores teve que procurar!

Muito pólen ela apanhou
Para o mel fabricar!
Era um mel saboroso
Para se degustar!

A papoila ficou sozinha!
E a abelha foi convidar
Todos os seus amigos
Para um lanche provar!

(Constança)

A abelhinha teimosa e a abelha divertida

Num belo dia primaveril
Uma abelha estava a trabalhar!
Num jardim bonitinho
O pólen queria apanhar!

A abelha amarelinha
Gostava de saltitar!
De planta em planta
Estava sempre a procurar!

Uma papoila esquisitinha
Não gostava de abelhas a poisar!
Pois aquele seu som
Só a conseguia irritar!

A abelha não se importava
De uma papoila a resmungar!
E o seu trabalho
Quis ela continuar!

Conseguiu muito pólen
Com as outras flores a ajudar!
No fim, foi para a colmeia
Para o mel fabricar!

Convidou os seus amigos
E com eles foi brincar
E antes de irem embora
Foram todos, o mel provar!

(Francisco)

As nossas histórias (oficina de escrita)

Mais algumas novidades das nossas oficinas de escrita.

Alguns textos narrativos, LINDOS!!!!:
Amor para dar e vender
Num dia quente de verão, na praia, as rochas estavam poeirentas, sem nenhum vento para as limpar. As ondas do mar batiam nos pés descalços de um pobre mendigo. O mendigo passeava, isolado, a apanhar as conchas mais bonitas para as vender na rua. Caminhava triste, quando ouviu uma voz sussurrante que se confundia com o mar. De quem seria aquela voz?
O mendigo olhou em volta e encontrou um búzio dourado que começou a levitar e foi ter à sua bolsa velha e rasgada.
- Que esquisito! Um búzio que entrou na minha bolsa! Parece-me um sinal de sorte. Será que fala? Será dele a voz que ouvi?
O mendigo tomou a decisão certa e levou o búzio consigo. Tirou todas as conchas para vender exceto aquele búzio dourado. A venda correu muito bem, ele conseguiu dez euros o que lhe deu para comprar alguma comida. Depois, decidiu falar com o búzio. E não é que ele falava mesmo! Passou uma hora na conversa com este novo amigo. O búzio disse:
- Tu és humilde e simpático! Podes pedir três desejos porque eu sou mágico e vou realizá-los!
- Muito Obrigado! – disse o mendigo muito contente.
O mendigo pediu uma casa, um emprego e uma família… PUF!!! PUF!!! … saiu do búzio um homem pequeno a dançar e vestido à moda dos anos oitenta.
- Eu já concretizei muitos sonhos de mendigos e tu foste o mais simples. Nota-se que tens muito amor para dar e vender! – disse esse homem do búzio.
A partir desse dia, o mendigo viveu feliz para sempre com a sua família e com o seu novo emprego.
(Constança)


O Griladas preocupado com o desaparecimento do seu violino

Numa noite de luar, o Griladas tinha acabado de acordar naquele campo com ervas deliciosas para ele comer. O Griladas era esverdeado com dois olhos azuis muito cintilantes que brilhavam à luz do luar. Este grilo era um bom maestro mas nessa noite não estava a tocar. Porque seria que o Griladas não tocava? Estaria triste? Hum… o que lhe teria acontecido?
De repente, passou por ali perto o Gri-Gri que ouviu o Griladas a chorar e perguntou:
- Ó Griladas porque estás a chorar?
- Porque perdi o meu violino! – disse o Griladas desconsolado!
- Oh! Que pena! Não fazia a mínima ideia! Mas vou ajudar-te a encontra-lo.
Os dois grilos começaram a procurar o violino por todos os sítios por onde o Griladas tinha andado. Descobriram-no no meio das flores. O violino era lindíssimo, dourado, com cordas prateadas!
Nessa noite, o Griladas convidou os seus amigos grilos para uma festa e nessa festa deu um concerto maravilhoso com o seu fiel violino dourado.
(Catarina)

A tempestade horrível

Num dia de tempestade, o céu era rasgado pelos relâmpagos e caíam milhões de gotas transparentes. No mar alto, estava um barco encontrando-se nele um rapaz chamado Filipe. Ele tinha os cabelos loiros como os belos raios do sol e choramingava sem parar. Vestia uma camisola azul, um casaco vermelho e umas calças amarelas. Essas cores coloridas chamavam a atenção do seu papagaio também ele colorido. O rapaz e o papagaio estavam mesmo assustados com toda aquela violência da natureza e agarravam-se a qualquer coisa para não caírem dentro das águas do mar.
De repente, a tempestade acalmou e o mar ficou sereno. O Filipe e o seu papagaio colorido foram parar a uma ilha com o barco destruído. A ilha tinha muitas palmeiras cheias de cocos saborosos. Encontraram um homem com um olho na testa. Que esquisito! Metia tanto medo!
- Porquê que tens um olho na testa? – indagou o Filipe a gaguejar com muito medo.
- É uma doença que eu tenho desde de bebé! – disse o homem que tinha um olho na testa – Queres que te ajude a sair desta ilha?
Este homem foi cortar ramos e lianas e construiu uma jangada. O rapaz saiu da ilha com o seu papagaio. Quando chegaram a casa, a mãe do Filipe fez um jantar delicioso! Comeram tudo rapidamente, tanta era a fome!
A partir desta aventura, o Filipe nunca mais se aventurou no mara alto.
(Lara)

A Aventura de uma borboleta

Na chegada da primavera, o sol quente brilhava, toda a gente passeava nos jardins cheios de cor e alegria e o vento trazia um cheirinho a alecrim. Num jardim perto do mar, uma borboleta roxa e cor-de-rosa brincava com os passarinhos.
De repente, ao jogar às escondidas, a borboleta perdeu-se. Muito tristonha, olha em seu redor, esvoaça até ao mar e pousa numa madeira que boiava na água. O mar começa a agitar-se, as ondas ficam enormes que até levam a pobrezinha da borboleta para o mar alto. Ela começa a gritar desesperadamente:
- Socorro! Socorro! Socorro! Alguém que me possa ajudar, por favor!
Os passarinhos que estavam a procurar a borboleta ouviram-na e gritaram:
- Borboleta, onde estás?
A borboleta respondeu muito aflita:
- Estou no mar! Estou no mar! Estou no maaaar!!!!
Nenhum pássaro tinha coragem para ir salvá-la mas o passarinho Tito foi, todo corajoso. A borboleta chorou de alegria.
Então, a borboleta e os seus amigos retomaram o seu jogo e viveram muito felizes, para sempre!
(Inês)

A borboleta doente

Num dia de primavera em que o sol brilhava mais que um rubi, iluminando um belo jardim cheio de flores esbeltas e com relva verdejante, havia uma borboleta. Esta estava em cima de uma papoila vermelha. A borboleta era tão colorida como um arco-íris mas estava muito triste. Ela tinha descoberto que tinha uma doença gravíssima. O que fazer para se curar?
De repente, a borboleta decidiu pedir ao seu amigo rouxinol para ir chamar a sua irmã. Ele foi a voar muito rápido. A irmã ficou aflita e assim que chegou ao jardim perguntou-lhe:
- O que te aconteceu? O teu amigo rouxinol disse-me que era uma emergência.
- Eu descobri que tenho uma doença gravíssima!- disse a borboleta muito preocupada.
- É melhor irmos ao hospital dos animais.
O doutor Malaquias examinou a borboleta de cima a baixo.
- Não se preocupem, não é nada grave! Eu aconselho a tomar “Bissoltossim” e daqui a um mês venham cá.
- Chau Doutor!!!- disseram as duas irmãs em coro, muito alegres, despedindo-se do doutor Malaquias.
Esta borboleta tão colorida conseguiu curar-se e foi com a irmã passear naquele jardim cheio de flores esbeltas.

(Beatriz)
Uma aventura na Serra da Estrela

Estava um dia cinzento de inverno. A neve, fofa e fria, cobria o chão. No cimo da Serra da Estrela, duas crianças brincavam alegremente e faziam bonecos de neve. Manuel e Rebeca procuravam uma cenoura bicuda e bem dura para fazer de nariz a um boneca grande que tinham construído. Enquanto procuravam a cenoura, as crianças entoavam uma linda canção sobre o inverno, que tinham aprendido na escola.O boneco de neve, ao escutar a canção, começou a rir. Porque estaria o boneco de neve a rir?
As crianças tiveram medo e fugiram a sete pés. Pelo caminho, encontraram alguns bonecos, também de neve, que alegremente gritavam:
- É o Rei da neve! É o Rei da neve!
Então, perceberam que estavam na cidade dos bonecos de neve falantes e logo quiseram conhecer esse Rei e visitar o seu castelo.
Chegados ao castelo, foram recebidos, carinhosamente, pelo príncipe Brancura, que lhes mostrou o castelo e os apresentou ao rei. O rei parecia grande e poderoso mas na verdade era simpático, amável, muito amigo das crianças e logo lhes ofereceu gelado de morango.
Manuel e Rebeca estavam radiantes pois nunca tinham visto um palácio de gelo.
Ao fim do dia, estavam contentes e felizes pela aventura. Adormeceram e sonharam com o palácio que, embora feito de gelo era muito acolhedor e todos os bonecos de neve muito mas mesmo muito amáveis.

TURMA AL4A

Semana da Leitura 2017

Como é a Semana da Leitura nas nossas escolas


Semana leitura averomar from Zulmira Lima

E a atividade do SABE...

quarta-feira, 15 de março de 2017

Mascots on their travels - An etwinning project

A turma do 1º ano da escola de Refojos aderiu ao projeto "Mascots  ontheir Travels". Trata-se de um projeto que decorre ao longo de todo o ano e é muito interessante. Senão vejamos:
Uma mascote de cada turma participante, de diferentes países (Grécia, Polónia, Inglaterra, Itália, Espanha, Eslovénia, Turquia) circula pela Europa, com paragens nas escolas,  transportando consigo costumes do seu país e dando a conhecer a realidade das turmas participantes (como são as aulas, os eventos em que as turmas participam, as festas das escolas...). Tudo isto é registado num diário que acompanha a mascote.
A mascote da turma RF1, como não podia deixar de ser é um ursinho "O Castanhinho", isto é, o "Brownie". Este ursinho simboliza as brincadeiras e os momentos muito informais que os alunos. à entrada no 1º ciclo, ainda transportam consigo.
Já estiveram connosco, na escola de Refojos, a mascote da Eslovénia, a Lili, a mascote da Turquia, o Hodja e a mascote da Espanha, a África. Todos eles com histórias magníficas para nos contar e com imagens elucidativas sobre os meninos e meninas de cada turma.
Eis algumas imagens:

O "Castanhinho"

O nosso diário:


A Lili... representa um animal que vive nas grutas escuras da Eslovénia chamado Proteu. Para quem não sabe, o Proteu é o nome científico de uma salamandra sem cor que vive em estado larval, cega, na completa escuridão da gruta. 

O Hodja... veio da Turquia. É uma figura muito popular do folclore turco. É descrito como um homem barbudo, de turbante e que viajava sempre montado num burro. Há muitas lendas e histórias à volta desta personagem. Em algumas ele é apresentado como sendo um tolo mas noutras ele é um sábio. No entanto, a característica mais importante é que o Hodja consegue mostrar as coisas de um ponto de vista diferente do que acontece com a maioria da pessoas


África... vem de Ceuta, Espanha, com o seu traje a rigor. E conta-nos histórias muito interessantes deste continente.


Birthday Card for Rebeca - An Etwinning Project


No período passado, os professores do 4º ano aderiram ao projeto Etwinning "Birthday Cards for Rebeca". A Rebeca é uma menina que está hospitalizada com uma doença grave. Uma das suas professoras quis fazer-lhe uma surpresa e desafiou todos os meninos de todas as escolas para elaborarem postais desejando à Rebeca um feliz aniversário. Já imaginaram um quarto de hospital repleto de postais de vários países? Já imaginaram a felicidade desta menina?

Eis alguns momentos do nosso trabalho, os nossos postais e o que sentimos.

 https://issuu.com/jolizu/docs/rebecabirthdaycards


E agora, os parabéns para a Rebeca!

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Happy Valentine´s Day

E porque amanhã é dia dos namorados, aqui fica um trabalho dos alunos da EB Teso, feito na aula de inglês.