Está a aproximar-se o Natal!!!! Boas Festas e Feliz Natal são os desejos da BE para todos os que consigo colaboram e para todos aqueles que visitam este blog.
E para os nossos alunos aqui fica a Rena Rodolfo....
Este é um espaço de comunicação, divulgação e partilha das dinâmicas da Biblioteca Escolar, da Educação Pré-escolar e do 1º ciclo do Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Como foi em novembro na BE... alguns trabalhos...
As turmas RF2A e AL2 participaram no podcast com a Lengalenga do vento de Maria Alberta MenéresTurma RF2A
Turma AL2
Participaram na sessão de leitura, "O dragão irritante" de Julie Sykes os seguintes grupos JIAG1, JIAG3, JINA, JIAL
O trabalho de JIAG1:
Participaram na Oficina de escrita as seguintes turmas: RF3, AG3, TE3, FI3, RF4A e RF4B
Eis alguns dos trabalhos...
OUTONO
O outono é uma
estação do ano que começa no dia 21 de Setembro e acaba no dia 21 de Dezembro.
Nesta época do
ano, as primeiras chuvas começam a aparecer e com as suas gotas de água que
caem no chão fazem poças de água. Quando termina a chuva gosto de ir chapinhar
nessas poças! O frio surge e com ele o vento começa a soprar com alguma força
levando tudo pelo ar, vira os guarda-chuva ao contrário e até levanta as saias
às senhoras! As nuvens começam a ser muitas, todas juntas tapam o sol e às
vezes formam desenhos no céu. As nuvens podem ser cinzentas claras, cinzentas
escuras e brancas. Quando algumas nuvens se juntam há choques e isso chama-se
trovoada. A trovoada pode provocar curtos circuitos por toda a cidade.
As folhas mudam
de verde para amarelo, laranja, vermelho ou castanho e depois caem das árvores
para o chão e quando isso acontece parece que formam tapetes coloridos. As
árvores ficam despidas e parecem estar tristes até voltarem a ter folhas outra
vez. As praias parecem estar desertas e quando algumas aves pousam na areia,
fazem pegadas. A vegetação fica muito triste e parece estar morta.
As castanhas
começam a cair dos castanheiros e está na hora de as comermos. Acontece igual
com aos dióspiros. As vindimas, fazemo-las para com as castanhas podermos beber
o vinho novo.
As andorinhas e
as cegonhas emigram para lugares mais quentes e os outros animais vão para as
suas tocas e alguns até hibernam.
No Outono
regressamos à escola, agasalhamo-nos e comemoramos o S. Martinho.
O Outono é uma
estação bonita
Mariana Figueiredo AG3
O outono
O outono é
uma das quatro estações do ano. Começa no dia 21 de setembro e acaba no dia 21
de dezembro.
Nesta época,
a chuva começa a cair com alguma intensidade fazendo poças de água, nas quais algumas
crianças adoram chapinar. As pessoas apressam-se a acender as suas lareiras
assim que o primeiro frio bate à porta. Deitam-se no sofá cobrindo-se com um
cobertor. Só apetece ficar na caminha todo o dia! O vento sopra frio! As
pessoas têm de sair de casa já com alguns agasalhos, bem quentinhos. Nuvens no céu
cobrem o sol porque uma grande carga de água está prestes a chegar!
As folhas
caem das árvores parecendo uma nave mal tripulada, deslizando no chão! As árvores
ficam com os seus braços espetados para cima porque estão tristes. A multidão
pelas janelas vê a vegetação triste. O verde começa a desaparecer e as flores
parecem ter morrido, mas apenas murcharam.
Castanhas
saborosas caem dos ouriços! Hum! Que bom castanhinhas assadas! Há marmelos para
fazer a saborosa marmelada! Os jovens fazem as vindimas, pisando as uvas e
depois provando o vinho novo. Recolhem-se outros frutos para se guardar nas
fruteiras ou nas despensas.
As
andorinhas e as cegonhas emigram para países quentes para fazerem os seus
ninhos, para se aconchegarem e para procurarem alimentos. Outros animais
preparam-se para hibernar enquanto outros, ainda, se escondem nas suas tocas.
As crianças regressam à
escola. Que bom é o cheirinho dos livros novos. E na escola, fazem-se imensas
festas, como o S. Martinho e o Halloween.
Eu adoro o outono! É divertido e é
uma das estações em que eu mais aprecio a natureza.
Beatriz
Frasco Alves – RF4A
O outono
O outono é
uma das quatro estações do ano, começa no dia 21 de setembro e acaba no dia 21
de dezembro.
Nesta época
do ano, a chuva apressa-se para chegar! As crianças preparam-se para chapinhar
nas poças que se formam no chão. A chuva chega acompanhada do vento que já
sopra com uma enorme força. As pessoas agasalham-se com casacos, luvas, e
cachecóis pois o frio surge também. As nuvens cobrem o sol e este quer
espreitar e aquecer a multidão.
A ventania
despe as árvores que ficam com frio. No chão, criam-se montanhas de folhas
multicolores. Os garotos apressam-se para se atirarem para cima delas. A
vegetação fica murcha e parece estar a morrer. É a natureza!
As castanhas
caem dos ouriços. Estamos na época de as comer. São deliciosas! Recolhem-se os
marmelos e faz-se a marmelada. Um pão com marmelada é um bom lanche, não acham?
É o tempo das vindimas e prova-se o vinho novo. Parece ser bom!
As
andorinhas e as cegonhas emigram para países mais quentes e preparam-se para
procriar. Os ursos hibernam e outros animais refugiam-se nas suas tocas.
As crianças
regressam às aulas e os professores voltam ao seu trabalho. Nesta estação,
celebram-se muitas festas, como o S. Martinho onde se comem as castanhas e o
Halloween em que as crianças se fantasiam e vão de porta em porta a perguntar "Doçura ou travessura?”. É a tradição!
Para mim o
outono é muito especial! Adora as coisas que ele nos traz.
Rodrigo
S. Pedro RF4A
O outono
O outono é
uma estação do ano que começa a 21 de setembro e termina a 20 de dezembro.
Nesta
estação, surgem as primeiras chuvas que fazem poças de água onde as crianças
gostam de chapinhar. O frio chega ainda não muito forte. O vento sopra por todo
o lado já com mais intensidade. As nuvens começam a tapar o céu e o sol e
correm de um lado para o outro, formando figuras engraçadas.
As folhas
caem formando tapetes de várias cores: avermelhados, acastanhados e alguns
ainda verdes. O chão fica fofo que até nos apetece deitar e rebolar. As árvores
ficam nuas, até parece que estão a erguer os braços ao céu.
As
andorinhas emigram para países mais quentes para assim poderem alimentar os
seus filhos. As cegonhas procuram também terra quentes para construírem novos
ninhos. Os esquilos buscam bolotas para se alimentarem.
Chega a
altura das vindimas e das desfolhadas. Já se veem as castanhas, os dióspiros
tão doces e as nozes, entre outros frutos. Com os marmelos fazem-se marmeladas
e compotas que têm um aspeto delicioso.
As crianças
regressam à escola muito contentes com o seu material escolar a cheirar a novo.
Já se veste agasalhos mais quentes. Em casa já se acendem as lareiras. No S.
Martinho faz-se uma grande festa na escola e o cheiro das castanhas, assadas e
deliciosas, paira no ar.
Adoro o
outono porque é uma estação de cor e cheiro.
Rafael
Amorim RF4B
Grandes Autores Portugueses: Manuel António Pina, com as turmas de 4º ano. Participaram nesta atividade as seguintes turmas: FI4A, FI4B, RF4A, RF4B, AG4,
Os alunos leram e ou declamaram textos e poesias deste autor. Foram momentos muito positivos.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Mês Internacional da BE - alguns trabalhos
Eis alguns dos trabalhos realizados na e com a BE no Mês Internacional da BE:
Turma RF3
Turma RF3
Começou o outono e o vento sopra
já com certa força e com muita traquinice. Ele é tão maroto que conseguiu
empurrar o livrinho vermelho da Rita para fora da mochila. E lá vai o livrinho
pelo ar indo parar a um charco no jardim cheio de flores. Nesse charco vivia
uma rã que passava a vida ao sol e a saltar de nenúfar em nenúfar muito feliz.
A rã olhou para aquele livro muito espantada e curiosa chamando as outras rãs
suas amigas.
O vento maroto vira as páginas do
livrinho, uma a uma, e ele conta uma bela história. “Há muito, muito, tempo
havia uma rã que não conseguia saltar porque era coxa. Um dia ela arranjou umas
muletas e pôs-se aos saltos. Deu um salto tão alto.
A história termina. O vento agita
as páginas do livrinho e fá-lo rodopiar, ele levanta voo, dá reviravoltas, sobe
e desce e torna a subir para junto das nuvens. De repente, uma águia agarra o
livrinho, voando com ele sobre o mar, sobre uma aldeia, uma montanha…e larga-o
mesmo em cima da escola de Refojos quando um avô ia a entrar para buscar a sua
neta Rita.
O velhinho pega no livro e abre-o
com delicadeza.
-Ah! Está aqui um nome: Rita
Magalhães. Que estranho, é o livro que a minha neta perdeu!
O vento ouve estas palavras e
arrependido empurra a Rita com delicadeza para os braços do avô.
-Olha, é o meu livro! – diz a
menina muito feliz!
Turma AG3
Começou o outono e o vento sopra já com certa
força e com muita traquinice. Ele é tão maroto que conseguiu empurrar o
livrinho vermelho da Rita para fora da mochila. E lá vai o livrinho pelo ar
indo parar… à chaminé de uma
casa. Veio uma rajada de vento e empurrou-o pela chaminé abaixo. O livro caiu
com um certo estrondo, assustando a Joana que estava a estudar na sala. Com
algum receio, a Joana dirigiu-se para a lareira e viu o livrinho. Pegou nele,
folheou-o e decidiu vê-lo mais tarde porque tinha de estudar para um teste.
Pousou-o no peitoril da janela que se encontrava aberta.
O vento maroto vira as páginas do livrinho, uma a
uma, e ele conta uma bela história.
“Há muito,
muito tempo... a polícia andava a
investigar um caso muito estranho: assalto a frigoríficos e despensas durante a
noite. Várias famílias se tinham queixado do desaparecimento de comida dos
frigoríficos e das despensas.
Já que a polícia não
estava a conseguir identificar o autor dos assaltos, um grupo de homens decidiu
fazer turnos para vigiar as ruas. Certa noite, apanharam um homem a sair de uma
casa e chamaram a polícia que, imediatamente, o prendeu. Concluíram que tinham
prendido a pessoa errada quando, na noite seguinte, os assaltos continuaram. Então, soltaram o inocente e pediram-lhe
desculpas pela confusão. A investigação continuou.
Numa noite de lua cheia,
o senhor Manuel sentiu fome e não conseguia adormecer. Decidiu levantar-se para
ir petiscar qualquer coisa. Qual não foi o seu espanto quando, ao acender a luz
da cozinha, viu um intruso a mexer no seu frigorífico, muito distraído, a
lambuzar-se com as delícias que encontrou. O senhor Manuel agarrou na vassoura,
encostou o cabo às costas do homem e gritou “Para quieto!”. A mulher ouviu o
barulho, foi ver o que se passava e chamou a polícia, que verificou que o
intruso era um mendigo esfomeado. Ao descobrir que ia preso, deu uma grande
gargalhada, porque ia ter comida e cama durante uns bons tempos.”
A história termina. O vento agita as páginas do
livrinho e fá-lo rodopiar, ele levanta voo, dá reviravoltas, sobe, desce e
torna a subir para junto das nuvens. De repente… o livro caiu numa mesa do Parque da Cidade onde
estavam uns velhinhos a jogar às cartas.
- Ah! Está aqui um nome: Rita Rocha! Se eu o
pudesse devolver… Espera lá! Este
é o nome da minha neta. Vou passar na casa dela para lho entregar.
O vento ouve estas palavras e parte para outro lugar!
Turma FI3
Começou o outono e o vento
sopra já com certa dificuldade e com muita traquinice. Ele é tão maroto que conseguiu
empurrar o livrinho vermelho da Rita para fora da mochila. E lá vai o livro
pelo ar indo parar a um jardim de uma casa lindíssima, perto do mar com algumas
árvores que já se começavam a despir das suas folhas acastanhadas, avermelhadas
e amareladas. Neste chão de folhas poisou o livrinho, levado pelo bico de uma
gaivota que adoraria ler esse livro. Mas como as gaivotas não sabem ler,
penicou-o bastantes vezes. Coitadinho do livro!
O vento maroto vira as
páginas do livrinho, uma a uma e ele conta uma bela história.
Há muito, muito tempo num
reino muito distante havia uma rainha que sonhava ter um filho. Então resolveu
consultar uma bruxa muito famosa. Esta deu-lhe uma semente, recomendando-lhe
que a plantasse num belo vaso.
Esta assim o fez.
Plantou-a e nasceu uma linda flor, muito pequenina. A rainha beijou-a e da flor
nasce uma pequena e bela menina, tão mas tão pequenina que lhe pôs o nome de Polegarzinha.
Certa noite um grande e
feio sapo saltou pela janela e levou a Polegarzita. Dirigiu-se para o seu lago,
onde o seu filho muito feio, logo que a viu apaixonou-se e queria casar com ela.
Ele deixou-a num nenúfar, para preparar o seu casamento, enquanto isso um
inseto roubou-a. Mas quando chegou a sua casa, os seus filhotes não gostaram
dela e então abandonaram-na.
Uma borboleta levou-a até uma terra, onde foi acolhida por
um rato de campo. O rato do campo disse-lhe que a ia casar com a sua vizinha
rica e esperta, a toupeira. A toupeira escavou um túnel e levou-a onde viram um
passarinho que parecia morto. A Polegarzita teve pena dele e tratou-o com muito
carinho e amor afagando-o com o calor do seu corpo. Este como recompensa,
levou-a consigo, para o Mundo das Fadas.
No Mundo das Fadas, ela vê
um jovem príncipe e logo se apaixonaram à primeira vista. O príncipe leva a
sua amada, na sua bela carruagem, ao reino onde ela pertencia. Lá conheceu os
seus pais que a abraçaram com muita felicidade, pois encontraram a sua bela
filha!
Casaram e foram felizes
para sempre!
A história termina. O
vento agita as páginas do livrinho e fá-lo rodopiar, ele levanta voo, dá
reviravoltas, sobe e desce e torna a subir para junto das nuvens. De repente o
livrinho cai num parque, onde brincam muitos meninos e onde se sentam pessoas
já idosas .
Um velhinho pega no livro
e abre-o com delicadeza.
_ Ah! Está aqui escrito um
nome: Rita. Se eu pudesse devolver esta menina ficaria muito feliz! Mas como
poderei fazê-lo?
O vento ouve estas
palavras e sopra com a máxima força, para uma escola que ficava perto do
parque, e o livrinho cai no recreio, onde a D. Nazaré leu o nome
de Rita e andou a perguntar se
aquele livro pertencia a alguma menina
da escola.
Quando a Rita vê o seu
belo livrinho vermelho, rebentou de alegria dizendo, “ É meu! “ acaricia-o e
feliz voltou a lê-lo e prometeu nunca mais o perder de vista!
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Ano letivo 2014-2015
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Poesia na Escola
Poesia na Escola pelos nossos alunos...
Pelos corredores, no recreio... estas duas meninas juntam-se e... toca a escrever!!!
Apreciem...
De dia e de noite
Quando o dia nasce…
O Sol aparece
Sempre radiante!
Quando o dia nasce…
De dia e de noite…
As Estrelas
não param de brilhar
Sempre reluzentes!
De dia e de noite…
Quando a noite cai…
Sempre deslumbrante!
Quando a noite cai…
De dia e de noite…
Belos como Adónis
Sempre companheiros!
De dia e de noite…
Arco-íris
Quando eu fecho os meus olhos
Encontro o arco-íris dentro de mim,
As cores que dão vida ao meu ser
A beleza sublime que floresce no dia-a-dia.
As cores do arco-íris que animam
A primavera, os animais e as flores…
Vermelho, laranja,
Amarelo e verde
São algumas das mais belas cores!
Azul, violeta e anil
São as restantes,
Outros tons encantadores!
Quando o sol aparece
A chuva faz as malas
O arco-íris vai embora
Para o reino do gelo.
Mas o meu arco-íris
Permanece dentro de mim!
Anastásia e Ana
Sofia TE4
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
ALER+LIVROS 2014
Alguns trabalhos no âmbito do "Aler+Livros"
TURMA AG3
TURMA AG3
O ESPANTA-PARDAIS de MARIA ROSA COLAÇO
GRUPO JIAG2
O NABO GIGANTE de ALEXIS TOLSTOI
GRUPO JIAG1
A QUE SABE A LUA? de MICHAEL GREJNIEV
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